“Contos de fadas não dizem às crianças que dragões existem. Crianças já sabem que dragões existem. Contos de fadas dizem às crianças que dragões podem ser mortos.”
(G.K.Chesterton)
Falar de dragões num mundo tão cheio deles é lugar comum, chover no molhado. A grande sacada mesmo é quando nos damos conta de que não precisamos nos acostumar com eles, nem que temos que virar monstros também para poder combatê-los.
O problema é que sempre que se pensa em matar dragões, dá vontade é de desistir antes mesmo de tentar. Soa impossível demais, sentimo-nos pequenos demais pra tanto. O medo de falhar é tão grande, e às vezes tão surdo, que fica ruim até pra gente notar que ele existe. Porque o nosso medo é um ás na arte de se escamotear! Ele se disfarça facilmente de sensatez, de realismo, de racionalidade, parecendo nos oferecer uma análise fria e coerente da situação, acabando por nos convencer e nos levar à conclusão de que não dá, de que nem temos escolha diante do aparentemente insuperável, de que o que nos resta a fazer é aprender a viver com os muitos dragões que esmagam as flores no nosso quintal, que queimam o que é verde e deixam tudo numa aridez só...
Será mesmo? Será que é só o que nos resta?
Não vou me alongar muito mais. Fica aí a reflexão. Mas sejam lá quais forem os dragões que mais causam danos à sua vida, lembre-se de que eles podem sim, ser mortos. Afinal, se nós mesmos os criamos e os alimentamos com nossos maus hábitos, nossas crenças limitadoras, nossos sentimentos corrosivos, nossas idéias negativistas, nossas atitudes temerosas e condicionadas, ou seja lá o quê mais que fornecemos para esses bichos cresceram tanto, quem mais, além de nós mesmos, poderia virar o jogo e acabar com eles?
Agora, é escolher se vale à pena o combate, se vale lutar, nem que seja para morrer tentando. Ou se você prefere se contentar – sob a justificativa que melhor lhe aprouver – em viver com eles e com os estragos que fazem, aproveitando os breves momentos em que eles dormem e você pode desfrutar de alguns instantes de refrigério e sorrir momentaneamente, para logo voltar ao desanimador panorama de uma vida subjugada por tantos monstrengos.
Ninguém nunca disse que seria fácil. Algumas vezes eles podem ser enormes. Algumas batalhas duram toda uma existência, tem muito bicho resistente por aí... Mas, ainda assim, vale lembrar que só nós mesmos temos ou podemos buscar as armas próprias para detê-los, especialmente aqueles que nascem dentro de cada um de nós.
(G.K.Chesterton)
Falar de dragões num mundo tão cheio deles é lugar comum, chover no molhado. A grande sacada mesmo é quando nos damos conta de que não precisamos nos acostumar com eles, nem que temos que virar monstros também para poder combatê-los.
O problema é que sempre que se pensa em matar dragões, dá vontade é de desistir antes mesmo de tentar. Soa impossível demais, sentimo-nos pequenos demais pra tanto. O medo de falhar é tão grande, e às vezes tão surdo, que fica ruim até pra gente notar que ele existe. Porque o nosso medo é um ás na arte de se escamotear! Ele se disfarça facilmente de sensatez, de realismo, de racionalidade, parecendo nos oferecer uma análise fria e coerente da situação, acabando por nos convencer e nos levar à conclusão de que não dá, de que nem temos escolha diante do aparentemente insuperável, de que o que nos resta a fazer é aprender a viver com os muitos dragões que esmagam as flores no nosso quintal, que queimam o que é verde e deixam tudo numa aridez só...
Será mesmo? Será que é só o que nos resta?
Não vou me alongar muito mais. Fica aí a reflexão. Mas sejam lá quais forem os dragões que mais causam danos à sua vida, lembre-se de que eles podem sim, ser mortos. Afinal, se nós mesmos os criamos e os alimentamos com nossos maus hábitos, nossas crenças limitadoras, nossos sentimentos corrosivos, nossas idéias negativistas, nossas atitudes temerosas e condicionadas, ou seja lá o quê mais que fornecemos para esses bichos cresceram tanto, quem mais, além de nós mesmos, poderia virar o jogo e acabar com eles?
Agora, é escolher se vale à pena o combate, se vale lutar, nem que seja para morrer tentando. Ou se você prefere se contentar – sob a justificativa que melhor lhe aprouver – em viver com eles e com os estragos que fazem, aproveitando os breves momentos em que eles dormem e você pode desfrutar de alguns instantes de refrigério e sorrir momentaneamente, para logo voltar ao desanimador panorama de uma vida subjugada por tantos monstrengos.
Ninguém nunca disse que seria fácil. Algumas vezes eles podem ser enormes. Algumas batalhas duram toda uma existência, tem muito bicho resistente por aí... Mas, ainda assim, vale lembrar que só nós mesmos temos ou podemos buscar as armas próprias para detê-los, especialmente aqueles que nascem dentro de cada um de nós.
Grande verdade! Uma visão diferente que me faz pensar sobre alguns tópicos. "Somente nós podemos matar nossos dragões...e ninguém nunca disse que seria fácil!" Vale a pena combater mesmo se for para morrer tentando.
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