...E tudo que restou foi a melancolia. Não quero ser um cidadão depressivo igual a tantos outros, mas não há como ser algo melhor. Na verdade, pode até existir uma VONTADE de ser ou viver algo melhor... E só! Fica na vontade.
Falar sobre bons sentimentos, curtir infinitamente a felicidade, agradecer e se alegrar por cada dia de Sol se tornaram vontades tão utópicas, irreais e fantasiosas que de certa forma “saíram de moda”, entraram em desuso! Em um Mundo onde “segundos valem ouro” fica difícil conseguir um tempinho para abrir um sorriso. Sempre me pergunto sobre o real significado desta frase, o que seria realmente o “ouro” destes segundos? Talvez esteja perdendo tempo.
Se o tempo fosse tão precioso como dizem, nosso “tempo de vida” seria aproveitado de uma melhor maneira. Seguindo este raciocínio, penso que deveria passar os meus dias vivendo de uma forma diferente. Poderia dar mais valor a coisas pequenas que dentro desta correria do nosso sistema se tornam quase que insignificantes; por isso, não tenho tempo nem espaço para relatá-las aqui... Não há mais tempo para ser um revolucionário ou ao menos ter uma opinião diferente da “grande massa”. Sou obrigado a entender que nem todos os segundos valem ouro, alguns podem valer euros, outros dólares...
Hoje, somos o que somos. Não traçamos nosso futuro, não fazemos nossas escolhas, não existe o livre arbítrio (tanto desejado!), existe democracia (limitada!). Nascemos de um jeito e morremos da mesma forma, sem entender muito bem o significado da vida. A Padronização dita a regra, não tenho como negar que somos todos iguais, digo isso literalmente! A nossa própria Constituição em seu artigo 5º, caput já diz: “Todos são iguais perante a lei...” e poderia ficar apenas nisso; mas na prática, todos são iguais perante tudo e todos!
Encontrar felicidade é uma tarefa difícil. Atualmente, temos que ser felizes da forma que todos são (ou foram), percorreremos os mesmos caminhos, veremos o nosso futuro todos os dias passando ao nosso redor, manteremos sempre um sorriso amarelo no rosto e iremos dizer: “- apesar de tudo, somos felizes!”. Não que eu não seja, já me acostumei com essa felicidade “instantânea e descartável”. Dá menos trabalho para encontrá-la, gasta menos tempo! E tempo vale ouro lembra? Assim que o mundo gira...
Eventualmente me pergunto se cada pessoa não deveria encontrar a felicidade individualmente, meio que de uma forma quase que “personalizada”... não me aprofundo, não deve ser importante! Os valores se inverteram. Agora o sentimento que damos mais valor é a tristeza, é até comum gostar de ser triste, “tá na moda!”. Buscamos sofrimento a cada instante, conversas interessantes devem ser sobre tragédias, somente as músicas melancólicas expressam sentimento, o noticiário da TV só terá ibope se divulgar algum desastre. Queria ter vivido uma época na qual o Sol fosse apreciado apenas por sua beleza, não temido por suas chamas. Imagino uma canção que tivesse o poder de fazer todos acreditarem em um mundo melhor, Penso em poetas e filósofos sendo realmente reconhecidos como grandes celebridades. Que bobagem... não se vive no Mundo da Lua!
Não há Mundo melhor que o nosso para vivermos, o que necessitamos urgentemente é de mais exemplos, pensamentos e lideranças melhores. Provavelmente eu não devo ter mais tempo para tentar melhorar, já me padronizei. Apenas “sigo corrente” e ignoro os “pensamentos utópicos”. E, por não ser uma exceção, “TENHO” felicidade (mas continuarei tentando fazer da felicidade que “TENHO”, algo feliz em meu pequeno mundo!).
Falar sobre bons sentimentos, curtir infinitamente a felicidade, agradecer e se alegrar por cada dia de Sol se tornaram vontades tão utópicas, irreais e fantasiosas que de certa forma “saíram de moda”, entraram em desuso! Em um Mundo onde “segundos valem ouro” fica difícil conseguir um tempinho para abrir um sorriso. Sempre me pergunto sobre o real significado desta frase, o que seria realmente o “ouro” destes segundos? Talvez esteja perdendo tempo.
Se o tempo fosse tão precioso como dizem, nosso “tempo de vida” seria aproveitado de uma melhor maneira. Seguindo este raciocínio, penso que deveria passar os meus dias vivendo de uma forma diferente. Poderia dar mais valor a coisas pequenas que dentro desta correria do nosso sistema se tornam quase que insignificantes; por isso, não tenho tempo nem espaço para relatá-las aqui... Não há mais tempo para ser um revolucionário ou ao menos ter uma opinião diferente da “grande massa”. Sou obrigado a entender que nem todos os segundos valem ouro, alguns podem valer euros, outros dólares...
Hoje, somos o que somos. Não traçamos nosso futuro, não fazemos nossas escolhas, não existe o livre arbítrio (tanto desejado!), existe democracia (limitada!). Nascemos de um jeito e morremos da mesma forma, sem entender muito bem o significado da vida. A Padronização dita a regra, não tenho como negar que somos todos iguais, digo isso literalmente! A nossa própria Constituição em seu artigo 5º, caput já diz: “Todos são iguais perante a lei...” e poderia ficar apenas nisso; mas na prática, todos são iguais perante tudo e todos!
Encontrar felicidade é uma tarefa difícil. Atualmente, temos que ser felizes da forma que todos são (ou foram), percorreremos os mesmos caminhos, veremos o nosso futuro todos os dias passando ao nosso redor, manteremos sempre um sorriso amarelo no rosto e iremos dizer: “- apesar de tudo, somos felizes!”. Não que eu não seja, já me acostumei com essa felicidade “instantânea e descartável”. Dá menos trabalho para encontrá-la, gasta menos tempo! E tempo vale ouro lembra? Assim que o mundo gira...
Eventualmente me pergunto se cada pessoa não deveria encontrar a felicidade individualmente, meio que de uma forma quase que “personalizada”... não me aprofundo, não deve ser importante! Os valores se inverteram. Agora o sentimento que damos mais valor é a tristeza, é até comum gostar de ser triste, “tá na moda!”. Buscamos sofrimento a cada instante, conversas interessantes devem ser sobre tragédias, somente as músicas melancólicas expressam sentimento, o noticiário da TV só terá ibope se divulgar algum desastre. Queria ter vivido uma época na qual o Sol fosse apreciado apenas por sua beleza, não temido por suas chamas. Imagino uma canção que tivesse o poder de fazer todos acreditarem em um mundo melhor, Penso em poetas e filósofos sendo realmente reconhecidos como grandes celebridades. Que bobagem... não se vive no Mundo da Lua!
Não há Mundo melhor que o nosso para vivermos, o que necessitamos urgentemente é de mais exemplos, pensamentos e lideranças melhores. Provavelmente eu não devo ter mais tempo para tentar melhorar, já me padronizei. Apenas “sigo corrente” e ignoro os “pensamentos utópicos”. E, por não ser uma exceção, “TENHO” felicidade (mas continuarei tentando fazer da felicidade que “TENHO”, algo feliz em meu pequeno mundo!).
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